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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Um pouco mais

Eu vivi tentando encontrar
Uma razão, pra poder me entender
Pra viver, tentar ser um pouco mais
Do que alguém que perde tudo, tudo, sem nem ao menos tentar reverter o jogo

Correr atrás,
Viver e enxergar
Ser um pouco mais
Estar, ficar
Ferir, curar
Crescer e mudar
É assim que tem que ser
É assim que quero ser.

Eu mudei, joguei tudo pro ar
Tentei, tentei e tentei, outra vez, até acertar
Desistir não,
Isso eu não quero mais
Mudar de rumo,
Aumentar meu escudo
E enfrentar o dragão que tanto isola este meu coração

Cantar, gritar
Falar, ouvir
Sentir e tocar
Tentando dar um pouco mais,
Só um pouco mais de mim

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Algo


 O que pode ser? Qual pode ser o problema?
 As pessoas se aproximam a mim por qual razão?
 Por que insistem em magoar o meu pobre e sensível coração?

 Não entendo porque insistem em se aproximar quando já tem a intenção de se afastar.
 As pessoas de hoje são tão cruéis.
 Não acreditam no amor.
 Não acreditam na monogamia.
 Qual é o problema de eu ser uma mulher inocente?

 Acho que a finalidade disso tudo é apenas usar, abusar e jogar fora.
 Estou tão decepcionada.
 Não sei mais em quem confiar.

Dizem que devemos abrir a porta para deixar a brisa entrar.
Afinal, por que essa brisa se transformou em um vendaval?
Tirou tudo do lugar, quebrou coisas que difícilmente podem ser concertadas.
Junto a brisa  vem os pingos. Não de chuva, pois estes não caem das núvens.
Esses pingos caem do meu rosto, dos meus olhos.
Esse vendaval, que partiu meu coração fez com que meus olhos ficassem úmidos.
Tão úmidos que caem gotas, gotas e gotas que não acabam mais.

O calor em meu peito. O aperto.
A sensação de que falta algo.